quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Breves Reflexões 074/100

74- O Conhecimento é Fruto da Inteligência: (BR 05)

Jesus afirmou que “Deus é Espírito”. Como tal, a perfeição do seu Ser, revela que Ele possui um conhecimento perfeito. Os amigos de Jó, embora afirmassem haver descoberto a causa da sua aflição, confrontando-o com a realidade da sua impossibilidade de conhecer a perfeição do Todo-Poderoso, na própria argumentação, reconhecem a grandeza do conhecimento de Deus (Jó 11.7 e 8).

O profeta Isaias diz que é impossível esquadrinhar o entendimento de Deus (Is 40.28). A explicação de certos fenômenos naturais, nos dias de Jó, constituía-se num intrigante enigma. Como conhecer os propósitos e os juízos de Deus? (Jó 37.16). O salmista mostra que nosso conhecimento, finito, nos impede de avaliar ou computar o conhecimento de Deus (Sl 147.5). João, o apóstolo do amor, diz que Deus conhece todas as coisas. Isto significa que o olhar de Deus é tão penetrante que lhe garante pleno conhecimento. O conhecimento de Deus abrange tudo (Pv 15. 3; 5. 21). Ele conhece tudo o que se passa na natureza humana (Sl 139.13-16). Ele conhece nossas palavras, antes que as tenhamos proferido (Sl 139. 4). Também conhece a aflição do seu povo (Ex3. 7. Ele sabe tudo o que vai acontecer (Ex 3. 19). Ele conhece as coisas aparentemente insignificantes (Mt 10. 29 e 30). Por toda a eternidade, Ele sabe tudo o que vai acontecer (Is 48.5; 46. 9 e 10).

Não há passado, presente ou futuro para Deus. Ele não se limita às nossas categorias de tempo e espaço. “Para Ele, tudo é um contínuo e vivo presente.”

Devemos ter plena consciência de que jamais poderemos compreender toda a grandiosidade do saber de Deus. Ele há de sempre exceder à nossa compreensão. Deus sabe o que será a nossa vida e revela, em sua palavra, toda a graça da vida confiante e entregue a ele.

Ele, na sua sabedoria suprema não fez nenhum ser humano para ser condenado ao inferno. Pelo contrário, Ele deseja que todos sejamos salvos e para isso nos concede tempo, inteligência e conhecimento suficientes para que possamos decidir pela nossa salvação.

“Ah! Se tivesses dado ouvidos aos meus mandamentos! Então seria a tua paz como rio, e a sua justiça como as ondas do mar.” (Is 48. 18).

Que este seja um momento especial em sua vida,

Seu irmão e servo, Ev. Alfredo Vieira.

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domingo, 4 de dezembro de 2011

Breves Reflexões 073/100

73- A Ostra e a Pérola. (BR 101)

Nesta manhã, recebi de um amigo, através de um email, esta linda mensagem de autor desconhecido que estou certo lhe fará muito bem.

Data do recebimento da mensagem: 27 de julho de 2009.

O amigo que enviou: Wilson Tatton Ramos.

A mensagem:

“Uma Ostra que não foi ferida não produz pérola.”

Pérolas são produtos da dor; resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.

“As pérolas são feridas curadas.”

Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada “Nácar”. Quando um grão de areia a penetra, as células no “Nácar” começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola vai se formando.

Uma ostra que não foi ferida de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.

Você já sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém? Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas ideias já foram rejeitadas, ou mal interpretadas?

Você já sofreu os duros golpes do preconceito? Já recebeu o troco da indiferença? Então, produza uma linda pérola!!! Cubra suas mágoas com várias camadas de amor.

Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, deixando as feridas abertas, alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem. Assim, na prática, o que vemos são muitas “Ostras Vazias”, não porque não tenham sido feridas, mas porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor.

“O perdão é o elixir para a cura interior.”

Um sorriso, um olhar sereno, um gesto de atenção na maioria das vezes, falam mais alto que mil palavras.

Que este seja um dia especial em sua vida.

Seu irmão e servo Ev. Alfredo Vieira

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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Breves Reflexões 072/100

72- O Porteiro do Puteiro. (BR 103)

Não havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do puteiro'.
Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.


Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.
Ao porteiro disse:


- A partir de hoje, o Senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, Senhor - balbuciou - mas eu não sei ler nem escrever!
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.


- Mas Senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa.


- Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo Senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.


Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.


Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.


Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.


E assim o fez. No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar... já que....
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.


- Se é assim, está bom.


Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias mula de viagem.
- Façamos um trato - disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?


Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias... aceitou.
Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.


- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de tempo para viajar para fazer compras'.


Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas. Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido.
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens. A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas.


Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado.


Todos estavam contentes e compravam dele. Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos. Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, do que gastar dias em viagens.
Um dia ele se lembrou de um amigo que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc..
E após foram os pregos e os parafusos... Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício. No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse:
-É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do Livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o Livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
-O Senhor?!?! - disse o prefeito sem acreditar. O Senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:
- O que teria sido do Senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder - disse o homem com calma. Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO!!! (Autor desconhecido).


Geralmente as mudanças são vistas como adversidades. As adversidades podem ser bênçãos. As crises estão cheias de oportunidades.
Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.


Lembre-se da sabedoria da água:'A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna.'


Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.


'Não há comparações entre o que se perde por fracassar e o que se perde por não tentar.'

Que este seja um dia especial em sua vida.

Seu irmão e servo Ev. Alfredo Vieira

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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Breves Reflexões 071/100

71- O homem terreno e o Homem Espiritual (BR/1 103)

Leia Tiago 3.13-18: “Quem entre vós é sábio e inteligente? Mostre em mansidão de sabedoria, mediante condigno proceder, as suas obras. Se, pelo contrário, tendes em vosso coração inveja amargurada e sentimento faccioso, nem vos glorieis disso, nem mintais contra a verdade. Esta não é a sabedoria que desce lá do alto: antes, é terrena, animal e demoníaca. Pois onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins. A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento. Ora, é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz.”

O homem terreno ou o homem natural está sempre em busca das coisas de baixo, isto é, das coisas desse mundo. Disse Jesus: “o meu Reino não é deste mundo.” (João 18.36).

O homem espiritual busca as coisas lá do alto, para que o seu interior seja dignificado e possa viver segundo a sua consciência que se torna purificada pela a ação do Espírito Santo que tudo vê e em tudo penetra.

O Homem terreno está sempre em busca de uma religião que seja perfeita segundo o seu entendimento.

O homem espiritual sabe que a grande oferta de religiões é consequência da falta da espiritualidade que afeta o homem através dos seus mais baixos instintos de vaidade, cobiça e competição.

O homem terreno busca uma religião que lhe sirva de freio, pois ele sabe que o seu homem espiritual está adormecido e carece de um meio repressivo para conter suas maldades e fraquezas.

O homem espiritual está desperto, todos os seus sentidos estão atentos e zelando para que o mal não tenha poder sobre o seu procedimento diante dos homens e diante de Deus.

O homem terreno busca resposta para seus problemas em princípios dogmáticos que lhe diga que é assim, mas que não exija que ele pense e descubra o porquê é assim.

O homem espiritual sente necessidade de conhecer a “Verdade que Liberta”: Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará. Palavras de Jesus Cristo”. Por isso ele é induzido a questionar tudo, para que o seu próprio raciocínio lhe conduza à razão e a verdade venha à tona límpida como a água saída da fonte.

O homem terreno se sente ameaçado e amedrontado diante do novo.

O Homem espiritual se sente desafiado e mantém a paz interior e a tranquilidade exterior.

O homem terreno se impressiona mais com a possibilidade de cometer pecado, com as penas eternas depois da morte e teme mais a satanás do que mesmo confia no poder de Deus. Para ele satanás é mais poderoso do que Deus o Criador.

O homem espiritual tem coragem de aprender com os seus erros. Confia no perdão Divino e sabe que o Criador não é Deus que se deixa enganar pelas aparências, mas ele conhece o coração e atende a um espírito contrito que com sinceridade O busca.

O homem terreno quer inventar o seu próprio deus, um deus às vezes demasiadamente perfeito para justificar a sua própria pequenez e às vezes um deus tão frágil para se igualar com ele ou ser-lhe superior em função de seu orgulho e da sua vaidade.

O homem espiritual descobre a verdadeira natureza do Deus revelado à humanidade através das escrituras sagradas espalhadas entre os homens em muitas formas e expressões, visando sempre a elevar o homem e a humanidade a uma vida superior de harmonia, paz e felicidade, consigo mesmo, com o próximo e com a natureza criada por Ele.

O homem terreno está sempre preocupado com as regras, a ética e a moral.

O homem espiritual não está preocupado com essas coisas. Elas estão escritas no seu coração e cumpri-las é sempre motivo de alegria e realização espiritual, uma vez que ele entende que não existe outro caminho. A sua espiritualidade gera a sabedoria que vem do alto que é sempre pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento. Ele sabe que é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz.”

O homem terreno se alimenta, se corrige e procura o melhor caminho movido pelos medos.

O homem espiritual se alimenta e se corrige pela confiança em seu Deus, na Fé que lhe move e na Esperança que o sustenta

O homem terreno está sempre preocupado com o “Ter”.

O homem espiritual está mais preocupado com o “Ser”.

O homem terreno está mais preocupado com o que virá depois da morte.

O homem espiritual está em contato constante com o seu criador que se manifesta tanto no seu interior como no exterior, sentindo-se desde já parte da eternidade, lembrando-se sempre que o verdadeiro bem toma forma aqui e agora no relacionamento que mantém com o seu próximo, com a natureza e com ele mesmo.

O homem terreno se sente obrigado a oferecer ao seu criador, dízimos, ofertas e sacrifícios como se com eles pudesse compensar seus pecados.

O homem espiritual é movido a doar voluntariamente e com alegria o melhor de sua vida ao Deus do seu coração.

Enfim!

O homem terreno é aquele que não é capaz de ver além daquilo que ele pode tocar, apalpar e sentir com os seus sentidos naturais. Não pode perceber os valores verdadeiros que ficam além do véu que cobre o sagrado que põe a alma em contato com o mundo espiritual. Vive apenas a metade da vida por mais virtuoso que seja, porque não conhece os caminhos da Fé, da Esperança e da Caridade, em que os valores naturais são invertidos. Pois por estes caminhos, os últimos serão os primeiros, aquele que dá é o que verdadeiramente recebe, aquele que dá tudo por menor que seja a oferta é o que dá mais em detrimento daquele que dá muito do muito que tem, aquele que sendo o Senhor é justamente o que serve...

O homem espiritual é capaz de discernir tudo, porém ninguém o discerne, porque o que é espiritual só pode ser discernido espiritualmente. Ele sabe que o paraíso é aqui e agora, por isso é capaz de encontrá-lo dentro de si, mesmo que esteja recolhido a uma masmorra. A sua liberdade e a sua felicidade não pertencem a ninguém, é dele, exclusivamente dele e ele as leva por onde andar. Para ele a natureza é a principal mensageira do seu Deus, por isso tem prazer em ouvi-la e se sente responsável em conservá-la. Todos são seus amigos e irmãos, não só os homens e mulheres, mas também os rios, os mares, as estrelas e os animais domésticos e selvagens. A todos ele serve com alegria e dedicação, a fim de transformar o nosso minúsculo planeta num lindo jardim segundo a vontade do Deus de seu Coração.

Finalmente, não pense que eu já tenha alcançado este alto padrão de espiritualidade, sou apenas um buscador que acredita fielmente na possibilidade de alcançar a cada dia um nível melhor. Jesus afirmou que aquele que busca acha, e eu acredito nisso. O meu desafio para você é que faça o mesmo: seja um eterno buscador das coisas do alto. Os caminhos que eu sigo e recomendo são os seguintes:

a) Atos de piedade: oração, jejum, esmola (estes recomendados por Jesus) e outros recomendados pelos apóstolos e místicos tais como leituras inspiradoras, concentração, meditação e contemplação;

b) Atos de misericórdia: fazer o bem ao próximo sem nenhum interesse, colocar-se disponível para serviços humanitários ou comunitários de forma voluntária e graciosamente, buscar por todos os meios possível o progresso das pessoas que o rodeiam, fazendo a elas exatamente aquilo que você deseja que elas te façam.

c) A estes dois atos adicione também uma boa alimentação, exercícios aeróbicos orientados por profissionais da saúde, e evite qualquer vício principalmente drogas (legais ou ilegais) e finalmente cultive boas amizades.

d) Faça destes caminhos um estilo de vida e certamente terás como retorno um sensível progresso em sua vida espiritual e terrena. Lembre-se, nosso espírito, nossa alma e nosso corpo são dádivas de Deus e como tais devem ser cultivados em busca da semelhança com o seu Criador (P/AViS- Primavera de 2011).

“O homem terreno se sente como um ser natural em busca de uma experiência espiritual: o homem espiritual sabe que ele é um ser divino que passa temporariamente por uma experiência terrena”. (P/AViS-03/12/1986)

Que este seja um dia especial em sua vida.

Seu irmão e servo Ev. Alfredo Vieira

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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Breves Reflexões 070/100

70- O Marceneiro e as Ferramentas. (BR 63)

Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre em mansidão de sabedoria, mediante condigno proceder, as suas boas obras. (Tg 3.13)

Contam que, em uma marcenaria houve uma estranha assembléia. Foi uma reunião onde as ferramentas se juntaram para acertar as diferenças. O martelo estava exercendo a presidência, mas os participantes exigiram que ele renunciasse. A causa? Fazia demasiado barulho e, além do mais, passava todo o tempo dando golpes. O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, alegando que ele dava muitas voltas para conseguir algo e nunca saia do lugar. Diante da ofensa, o parafuso concordou, mas, por sua vez, pediu a expulsão da lixa, pois ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos e tirando casquinha de todo mundo. A Lixa acatou, com a condição de que se expulsasse também o metro, que estava sempre medindo os outros segundo a sua medida, com o se fosse o único dono da verdade.

Nesse momento, entrou o marceneiro, juntou todas as ferramentas e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro, o parafuso... E da rústica madeira ele fabricou um lindo e útil móvel.

Quando o marceneiro foi embora para casa, as ferramentas reuniram-se novamente e voltaram à discussão. Mas o serrote adiantou-se e disse: - Senhores, hoje ficou demonstrado que temos defeitos, mas o marceneiro trabalha com nossas qualidades, ressaltando nossos pontos valiosos... Portanto, em vez de pensar em nossas fraquezas, devemos nos concentrar em nossos pontos positivos!

Então, a assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limpar e afinar asperezas, o metro era preciso e exato. Todos se sentiram como uma equipe, capaz de produzir com qualidade... E uma grande alegria tomou conta de todos pela oportunidade de trabalharem juntos. (P/AViS – madrugada de 23 de setembro de 1963- em São Paulo - Belenzinho).

Aplicação:

Nestes tempos de tanta violência, insegurança e confusão precisamos aprender com Cristo as artes da paz profunda, da harmonia, da tolerância e do amor.

É através de nossas diferenças que formaremos a orquestra, que sob a regência majestosa do Filho de Deus haverá de tocar as mais doces melodias na Nova Jerusalém (Ap 21), onde não haverá lágrimas, nem morte, nem luto, nem pranto e nem dor. A lei será a paz, a justiça e a alegria.

Com esta mensagem, saúdo os amigos e aqueles que de alguma forma se irmanam na busca do verdadeiro AMOR que vem daquele que é a fonte de toda a sabedoria.

Cooperação, tolerância mútua e unidade em amor e ação, sejam nossos ideais hoje e sempre. (P/AViS – janeiro de 2010).

Que hoje seja um dia especial em sua vida.

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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Breves Reflexões 069/100

69- Você Faz o que Quer? (BR 96)

“Se você me chamar eu responderei e lhe contarei coisas misteriosas e maravilhosas que você não conhece.” ( Jr 33.3).

Todos diriam que sim. Cada um faz o que quer. Na prática, porém, não é assim. Como homens, somente somos plenamente satisfeitos quando estamos em comunhão com o nosso Criador. Desejamos isso mais que tudo. Na Bíblia, está escrito: “Como cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus!”.

É indescritível o gozo e satisfação existentes na presença de Deus. Só provando; só testemunhando as “coisas grandes e ocultas” que Deus tem para nós! Mas por que nem todos alcançam isso? O apóstolo Paulo descreve claramente o porquê: “A carne cobiça contra a alma, e a alma contra a carne, e estes se opõem um ao outro para que não façais o que quereis”.

O querer está em nós, o desejo e a vontade de viver uma vida em paz e cheia de alegria também, mas há uma guerra para que esse corpo e essa alma tão carentes de Deus sejam subjugados pela vontade de satanás, cujo desejo está na impureza, no pecado e em todos os tipos de males. Isso nos impede de alcançar o contato com Deus, de onde vêm as delícias descritas na Palavra, proporcionando uma vida de gozo, paz e alegria.

Ninguém nasce querendo o mal, a guerra, o homicídio, mas eles estão aí. Queremos abençoar as pessoas, amar todos, ajudar, compartilhar bênçãos, viver em gozo em casa e no trabalho, com parentes e vizinhos; coisas boas que só os filhos de Deus possuem. Contudo, alguém luta dentro de nós para que não façamos o que queremos. É nessa hora que precisamos de ajuda. Precisamos de Jesus, precisamos religar-nos a Deus através de um arrependimento sincero e de um coração quebrantado. Poderemos então viver aquilo que Deus planejou para nós desde a fundação do mundo.

É muito frustrante alguém não conseguir fazer o que quer, não é mesmo? Mas assim é a vida de todos, inclusive dos convertidos, pois a conversão não impede as tentações e as vezes favorece provações que também nos impõem situações inesperadas e indesejadas.

“E o mundo passa, com tudo aquilo que as pessoas cobiçam; porém aquele que faz a vontade de Deus vive para sempre.” (1 Jo 2.17).(P/AViS/-Primavera 1983).

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Breves Reflexões 068/100

68- Luz - (BR 66)

“O Senhor Deus é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? O Senhor me livra de todo o perigo; não ficarei com medo de ninguém.” (Sl 27.1).

Cada pessoa, em algum momento da vida, já experimentou um período de escuridão; seja a ausência de luz elétrica ou mesmo um conflito interior que resultou em trevas emocionais.

Estar no escuro implica uma série de riscos, inclusive ausência de visão clara para seguir o caminho. Pode-se constatar que a escuridão, ou as trevas, nunca foi o ideal para o homem. Deus bem sabe disso e importa-se com cada detalhe da vida. Ele providenciou o sol, para iluminar o dia do homem, e também a lua e estrelas para que o caminhar à noite fosse seguro. Mesmo assim, esses luminares são insuficientes, apesar da sua grandeza, para trazer luz ao coração e à mente.

Deus também compreende o quanto necessitamos de luz para estarmos fora das trevas que porventura nos assaltem e suas terríveis consequências. Quando o coração e a mente do homem estão nas trevas, este fica incapacitado de enxergar e buscar como viver e ser feliz verdadeiramente.

Então Deus enviou Jesus e, por meio dele, colocou ao alcance de todas as pessoas andarem na luz que ilumina o interior e se reflete no exterior. Deus presenteia o mundo com a verdadeira luz para corações e mentes cansados de tentar encontrar a felicidade, paz e força para viver.

Com Jesus, somos iluminados com sua vida e sua sabedoria, para que tenhamos a segurança no caminhar e a certeza de que seu brilho não se esgota seja qual for a circunstância. Ele ilumina a vida, o andar e leva a encontrar salvação e vitória para hoje e sempre.

Não precisa tentar se acostumar à escuridão! Você foi feito para andar na luz! Convide o Senhor Jesus para entrar em sua vida; dê a Ele o seu coração, e a luz de Deus brotará em você, expulsando as trevas para longe de sua vida.

“A estrada em que caminham as pessoas direitas é como a luz da aurora, que brilha cada vez mais até ser dia claro.” (Pv 4.18). (P/AViS- Primavera de 1998)

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